sábado, 15 de setembro de 2012

Hope


Há esperança. Tem de haver. Ainda há um longo caminho a percorrer, cheio de barreiras e armadilhas, mesmo á nossa espera, para nos levar ao desespero. Às vezes pergunto-me se vamos ser capazes. Se vamos dar tudo até não podermos mais, até ao fim. Só ela nos pode salvar desta angústia que sentimos simplesmente por não saber. Ela tem o poder de nos fazer olhar em frente, sem nunca desistir, sem nunca nos endoidecer, de nos permitir sonhar com o melhor. Sem ela, o mundo seria apenas um lugar vazio, sem vida. No fundo, todos a temos. Por muito negro e frio que seja o cenário, no fundo todos sonhamos com o melhor, todos a alimentamos com pensamentos positivos. Mesmo que não alcancemos esses sonhos e objetivos, nós um dia tivemos esperança. E é ela que nos move, todos os dias, a cada passo que damos.  Eu estou cheia dela. E por muito que o mundo me dê para trás, ela está comigo e eu só vou continuar em frente. 

Sempre Sincera, 

04/04/2012

domingo, 29 de julho de 2012

eu dizia não



   Eu dizia não, mas sim. O teu problema é que dizias sim, mas não. Talvez…? Quem sabe…? Não…? Sim, é não. Por muito que o mundo gire, por muito que tudo mude, vai ser sempre não.
  Porquê? Porque é assim, e sempre foi, e sempre será. Porque nem quando o sol deixar de brilhar, nem quando tudo aquilo que julgamos certo acabar, será sim, mas não.
  Não é justo. Não é. Sim e Não… Talvez, quem sabe… Ninguém sabe? Eu sei. É não, porque sim, porque é não e sempre será assim, não. Confuso? Sim, mas não, é não e é assim.

segunda-feira, 14 de março de 2011

um simples gesto de amor(...)

Cada gesto, cada toque, cada momento, cada segundo tão intenso, cada suspiro solta na brisa deste mundo de desilusão. Cada história de amor dita nas palavras inocentes de uma criança, que ainda acredita no para sempre, no feliz para sempre. “Era uma vez, uma menina chamada Rapunzel que tinha uns longos cabelos loiros. Ela era muito bonita. Um dia ela encontrou um príncipe e disse-lhe: queres casar comigo? E ele respondeu: sim, claro. Ela levou-o ao castelo e foi ao pai e perguntou: Pai ele quer casar comigo e eu com ele, posso? E o pai respondeu: sim, podes. E assim foi, no dia a seguir casaram-se e tiverão 4 filhos, duas meninas, a Maria e a Carla, e dois meninos, o João e o Paulo” – apenas palavras escritas por uma mente inocente e desprotegida, a quem tentam fazer ver algum sentido em viver, a quem tentam fazer acreditar que de que há alguma coisa positiva na vida, a quem tentam mostrar o amor.
Na cabeça de uma criança, o amor é assim, espontâneo e á primeira vista. Sempre verdadeiro e sincero, pois é assim que as crianças olham para este mundo rodeado de dor e ilusão. Vivem anos na ilusão de que vão ser felizes e encontrar o verdadeiro amor, mas esquecem-se de que há tantas pedras no caminho, suficientes para construir sabe-se lá quantos castelos de contos de fadas, tantas lágrimas frias, capazes de encher sabe-se lá quantos mares gelados, tantas desilusões, capazes de nos por a cabeça em baixo e desistir de tudo o que um dia sonhámos. Tão inúteis, tão escusadas. Para que criar um mundo de sonho e ilusão, para mais tarde descobrir-se a verdade da pior e mais cruel maneira? Ninguém tem culpa. Não passa dum protótipo da sociedade. Se tivéssemos manual de instruções o ponto um seria, definitivamente, “faça o seu filho acreditar que vai ser feliz, que vai encontrar o verdadeiro e eterno amor, e que nada o vai magoar”.
Palavras de amor nunca são de mais. A mais simples amorosa palavra é capaz de nos tocar, mesmo que o nosso coração seja imune a este sentimento, mesmo que o nosso coração seja gelado e esteja num canto pequeno e escuro. Mas como uma brisa leve, qualquer coisa pode destruir esse sentimento. Porque palavras não chegam, palavras conquistam? Conquistam, mas não suportam, não sustentam nem um amor sincero nem uma paixão intensa. Pouca gente neste mundo sabe bem o que é o amor, porque só quando sentimos a sua falta, só quando sentimos a dor que é de o perder, de o ver fugir entre os nossos próprios dedos, de sentir a almofada encharcada, só ai percebemos o que é o amor e o que ele implica, só ai percebemos o que dói, e o quanto nos taparam os olhos, o quanto nos enganaram sem pensar e o quanto isso pode ser destrutivo. Todos queremos sentir o amor. Todos queremos tentar explicá-lo, mas nunca ninguém conseguiu tão grande feito. Não quero perceber o amor porque ele não parece ser tão mágico assim. Não basta um olhar para começar uma linda história de amor. Há quem diga que o amor, o amar, não tem preço. Pois eu acho que tem. Quem ama sorri, quem ama chora, quem ama luta, quem ama cai, quem ama acredita, pois quem ama se desilude. Se amar alguém nos dá força? Dá, mas também nos tira e nos deixa sem-abrigo de esperança. Pergunto-me porque haverá de alguém querer saber o que é o amor. O amor é uma contradição de tudo e mais alguma coisa! O amor faz-nos acordar de manha com um sorriso de orelha a orelha, mas esse mesmo amor é capaz de nos obrigar a levantar juntamente com um mau-humor nada agradável. Amar é fundamental na vida. Porque é ao amar, ser amados, ao amar e não ser amados, e ao não amar que aprendemos duas grandes lições de vida: a primeira é que nem tudo o que nos dizem é verdade; a segunda é que o amor eterno não passam de contos de fadas.
Um dia alguém disse que amar só não chega.
Sempre Sincera,

domingo, 20 de fevereiro de 2011

n vale a pena

Às vezes não vale a pena. Para quê sentir a mágoa percorrer o nosso corpo, para quê gelar a cara com as lágrimas derramadas durante a noite? Se no fim quem devia estar do teu lado te abandona no frio, no gelo, desprotegida (…) Serás tu um alvo a abater? Não, não podes ser assim tão fraca. Não caias mais. Abre os olhos, mesmo que te apercebas que o mundo é só desilusões, e o sol já não brilha de alegria como antes. Tens um milhão de dúvidas, não queres vacilar, não queres ser derrubada por aquilo que nem sabes ser verdadeiro. Nunca pensei perder-te e agora dói demais. Precisava das tuas mãos, dos teus braços, para me puxar desta escuridão e me devolver o sorriso, para te agarrar eternamente (…)
Lembro-me da primeira vez que os teus lábios tocaram os meus, e foi o melhor beijo da minha vida. Lembro-me de cada abraço, de cada palavra e, infelizmente, de cada grito, de cada discussão, de cada lágrima derramada em vão (…)
Onde estás? Estou a ir-me embora, e isso parece não te importar…
Às vezes não vale a pena. Olhar para trás e ver-te caminhar calmamente, sem hesitar, sem sequer olhar para trás. Leva-me daqui, sem mais erros, sem mais barreiras, no nosso grande e eterno caminho (…) Um dia alguém me disse que não valia a pena. Tenho saudades tuas, mas olho para cima, para a noite, porque olhar para trás só trás mágoa, dor e lágrimas derramadas no silêncio do sofrimento. As desculpas não se pedem e os erros não se apagam, e é por isso que não vale a pena.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

trouble


O que queres? Dou-te tudo. O que sonhas? Faço acontecer. Porque choras? Limpo-te as lágrimas. Aquilo que antes eram sorrisos verdadeiros, hoje são apenas boas memórias.
Será problema meu? Não, porque eu iria ao fim do mundo se necessário. Onde estás? Vou-te buscar, tudo o que eu mais quero é a tua companhia como antes tinha. Aquilo que antes era rotina hoje é saudade, um desejo, uma lágrima a cair (…).

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

voa, voa, voa (...)

Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011
O mundo cai-me aos pés. Será a chegada antecipada do 2012? Não, que estupidez. É só a vida que não para de me surpreender… se não menos ainda fosse pelo lado positivo, não estaria aqui agarrada ao teclado mas sim a soltar sorrisos pela rua como fazem as crianças ingénuas e inocentes, sem saber o que as espera quando tiverem de usar a lógica e souberem o que são os verdadeiros sentimentos. Estes que podem ser tão lindos como o assistir a um pôr de sol, ou tão tristes como uma cria deixada para trás. Sem saber para onde ir, perdida. Sem saber o que fazer, confusa. Sem saber como fazer, indecisa. Sem saber o que pensar, sem ter a quem recorrer, desprotegida, desolada, desamparada, solitária. Desiludida pois até aquela que tinha a certeza absoluta que iria estar ao lado dela sempre que precisa-se, desapareceu por entre as brumas e apenas memorias restam… daquilo que julgávamos ser eterno.
Nem tudo é mau nesta farsa de mundo, mas pouco resta de verdadeiro e feliz nele. Fazem-se julgamentos antecipados, critica-se sem ter um pingo de razão, dá-se valor a demasiada gente, e no fim, aqueles que mal nos conhecem são os que são capazes de nos ouvir, de nos apoiar quando aqueles que julgávamos sinceros se esquecem daquilo que construímos, como quando uma onda colide com um castelo de areia e o faz esmorecer. E por muito que tentemos ergue-lo de novo, vai haver sempre outra onda, e outra, e outra (…) até que as nossas forças se esgotem, e ai, deixará de haver castelo…

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

long time ago...

Terça, 28 de Dezembro de 2010

A única coisa que me acompanha é a luz ténue, por cima da minha cabeça, parecendo que me observa. Mais nada e mais ninguém parece mostrar interesse por mim. A televisão está ligada, estou a ouvir música, mas nada desperta a minha atenção tal como eu não desperto a de ninguém. Cada movimento meu sai forçado, como por favor, só as lágrimas, essas que caem são sinceras e sentidas, mesmo não tendo motivo, escorregam-me pela face já encharcada. São só desabafos de adolescente, são só hormonas alteradas, birras de criança, ou apenas uma rapariga mimada e mal habituada. E então? Mereço atenção e carinho. Serei egoísta só por sentir falta disso? Serei egoísta por querer que me limpem as lágrimas e me perguntem o que se passa? Não me parece. Mas talvez hajam coisas piores ou prioritárias para resolver do que estas minhas ‘crises’. Mesmo assim, continuo a achar que ninguém em momento algum se devia sentir como me sinto. Não devia ser em casa que devia sentir apoio, carinho e protecção. Mas ninguém parece entender. Eu sei, parece típica conversa de adolescente imcompreendida. E se é isso que sou? Continuo a merecer um pouco de atenção! Damos tudo por toda a gente mas ninguém parece retribuir. Quando mais precisamos é quando mais nos falham. E mesmo quando tentam preocupar-se, ou não ligam ou não entendem. Como devo sentir-me? Serei fraca por chorar ou por não ter coragem para admitir? Sempre fui forte, até insensível. Mas um acto irreversível pôs tudo em causa, deixei de ser corajosa, o medo e a insegurança apoderaram-se de mim, a fragilidade incorporou-me como se eu fosse apenas um pássaro acabado de sair do ninho. Talvez estas lágrimas que caiam sejam só uma consequência desse acto, talvez só caiam porque um dia algo me tirou a segurança e a certeza, porque um dia deixei de ser lógica e objectiva para ser sentimental. Não foi por querer. Nada disto é por querer. Gostava de estar aqui deitada e me focar na televisão, ou na música mas tais só me fazem chorar. Não sei se por saber que tudo o que passa é falso e encenado mas ao mesmo tempo me toca, se porque em cada música passe um pouco de sinceridade e da fragilidade que sinto. Talvez não tenha nada a ver. Talvez seja só um dia sentimental e eu estou para aqui a dizer parvoíces. Não sei. Sei apenas que preciso de atenção, um pouco de dedicação talvez. Sinto-me abandonada na minha própria casa e não devia, mas por vezes também sinto que não tenho assim tantos amigos. Vai mudar, eu sei. Mas estou preocupada. Sentir o peito apertado, os olhos inchados e a face fria das lágrimas que caíram, não é uma boa sensação. Se calhar isto é só para me preparar, para quando estiver realmente sozinha nesta monótona e cansativa vida. Se o é, não quero. Prefiro aprende-lo depois e da pior maneira. Neste momento devia estar ao telefone com alguém a rir, a cochichar ou apenas a dar-lhe apoio, como tantas vezes fiz antes deste isolamento obrigado, mas não. Estou para aqui isolada, a escrever e a chorar. Não ponho as culpas de nada em ninguém. Podia simplesmente acreditar no destino e pensar que tudo isto estava traçado para acontecer e por alguma razão, mas não, recuso-me a acreditar nisso, pois ninguém merece sentir-se um nada, por muito que surja um “quando achares que não és ninguém no mundo, pensa que és o mundo de alguém.” Pois, então esse alguém tem um mundo muito danificado e chorão. Sei que muita gente se sente assim, como eu me estou a sentir agora, sensível e desprotegida, queremos muito que alguém dê sinal de preocupação e carinho mas ao mesmo tempo encobrimos aquilo que sentimos para não parecermos fracas ou para não acharem que estamos só a chamar a atenção. Talvez até estejamos mas não é propositado. Tentamos esconder as lágrimas, conte-las nos olhos mas nem sempre dá, tentamos não dizer nada para não preocupar, mas por vezes escapam-nos. Mas não só para nos darem atenção. As vezes precisamos apenas e não conseguimos esconder. Não devemos sequer tentar esconder, mas como ninguém parece ligar nunca, nunca mostramos o nosso verdadeiro estado de espírito, por muito crítico que seja. Apesar disto parecer um testamento todo lamechas onde alguém decide fazer-se de vítima e falar como se fosse dona da razão, não o é. Seja qual for o meu problema, é meu, e se o tenho é porque o deixei chegar a este ponto. Não me orgulho de nada do que escrevi até agora porque, aliás, duvido que alguém algum dia leia isto por minha vontade, depois de tudo o que escrevi descobri então que não passo de uma criança que não tem coragem suficiente para admitir o que sente. Sei que tenho muito para aprender, e que não me posso deixar ir abaixo por estas pequenas coisas que se vão atravessando no caminho, porque cada vez serão mais e mais fortes, tal como eu tenho de ser. E vou conseguir, seja como for. No fundo sei que há pessoas que se preocupam e que estão do meu lado aconteça o que acontecer, apesar daqueles que deviam ser o meu pilar são só figurantes na história da minha vida. Mas não importa. Apesar de parecer, não estou sozinha e isso sim é de valor. Posso não ter tudo o que quero, posso não ter quem quero, posso não ter da maneira que quero, mas desde que tenha força e coragem tudo se tornará mais fácil. Quem estou a enganar? Se fosse assim tão fácil as lágrimas estariam extintas assim como os dinossauros. Todos desejamos a vida perfeita, apesar desta não existir obviamente. Talvez a vida perfeita não seja vida, talvez seja apenas um sonho ou uma ilusão para nos distrair da realidade. A culpa desta ‘crise’ é um pouco minha. Pareço mimada e que só me sei queixar. Devia encarar o que se passa com um sorriso na cara mas na verdade só quero chorar debaixo dos meus lençóis e esperar que tudo se resolva. Sozinho. Eu sei que nada se resolve sozinho, mas seria pedir muito um sinal da existência de Deus? E lá estou eu a ser egoísta outra vez. Porque a mim e não aqueles que rezam todas as noites por um bom motivo? Por amor de deus alguém que me dê ouvidos! «Estúpida, se isso acontecesse não estarias a escrever este texto queixoso!» é o que diz o meu subconsciente. Preciso de um ‘open eyes’ , não sei o que fazer ou pensar e já nem escrever me está a ajudar. Preciso doutro refúgio. Preciso que algo me faça sorrir quando a esperança está quase morta, quando estou desamparada e acho que já nada me pode amparar. Há quem tente perceber aquilo que sinto mas só quem sente o mesmo consegue perceber a complexidade que envolve. Admiro quem tenta entender, quem se esforça e quem tenta dar apoio, mas é demasiado complicado para quem nunca sentiu na pele. Tanto bla bla aqui escrito, centenas de palavras e nada de jeito, só repetições e desabafos. Apetece-me gritar que nem louca até ficar sem voz, apetece-me chorar até ficar desidratada, apetece-me dormir aconchegada nos braços daquele que é o meu mais-que-tudo até todos os problemas e medos estarem mais que resolvidos e completamente enterrados. Posso e devo agradecer-lhe por todas as tentativas mesmo as falhadas, para mim, tudo é importante. Espero que continue comigo nesta batalha que é a minha solitária e fria vida. E ao fim de horas aqui, a escrever desabafando, cheguei á conclusão de que não cheguei a conclusão nenhuma. Continua tudo a mesma porcaria. Só as lágrimas já pararam de escorrer.

Sempre sincera,

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

sem qql tipo de titulo(...)

O meu mundo veio abaixo hoje. Lágrimas derramadas em completo vão, mas sentidas como nunca antes. Não há explicação para tudo o que senti. O mundo parou de girar, o meu coração parou de bater, as minhas pernas perderam a força, até que deixei de sentir(...)
Como pode Deus fazer-me isto? Não o julgo (...), peço-lhe que me proteja mas Ele parece não atender ao meu pedido. E porquê? terei feito tanto mal nesta vida para que Deus me queira tirar tudo aquilo que me é precioso? Ou será apenas isto a protecção que pedi? Espero que não, não quero (...)
As horas passam, mas esta sensação não e eu, eu só quero que passe. Protege-me (...) tudo o que te peço é apenas isso, o meu amor é grande, mas o meu medo é maior(...) Preciso de ti, preciso do teu apoio, preciso de limpar as lágrimas que me escorrem pelo rosto enquanto escrevo, preciso de esquecer o dia de hoje, preciso de o apagar (...)
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Espero que a noite leve as minhas más memorias, que varra os pensamentos perdidos nesta cabeça confusa (...) Não consigo controlar as lágrimas, enchem-se os meus olhos delas e eu limito-me a deixa-las cair, devagar, para que ninguém se aperceba (...)
Deus roubou-me tudo, Deus roubou-me a segurança que eu havia conquistado... Porquê? Diz-me, não quero aprender de maneira cruel (...) Tiraste-me as estrelas do céu, tiraste-me o cheiro do mar, tiraste-me a cor das rosas, o frio do vento, o sentimento (...)
Não foi isto que idealizei... é por isso que eu não devo idealizar, só me decepciono, só me magoo, só me enfraqueço cada vez mais e mais(...)
TENHO TODO O TEMPO DO MUNDO! O valor do que se passou é grande e forte...

"e mesmo sabendo que não gostavas(...)"

21h34